— via Flickr
Kind of useful…
Mais um ‘serviço público’ oferecido pelos senhores do Google, que pode dar jeito naqueles dias em que pensamos em mudar de ISP porque “a porra do vídeo não carrega”: http://www.youtube.com/my_speed
Menos vegetativos do que pensavam…
«The inner voice of people who appear unconscious can now be heard. For the first time, researchers have struck up a conversation with a man diagnosed as being in a vegetative state. All they had to do was monitor how his brain responded to specific questions. This means that it may now be possible to give some individuals in the same state a degree of autonomy.»
Na Universidade de Cambridge conseguiu-se com sucesso comunicar com pacientes em estado vegetativo através de scans neuronais. Artigo completo na New Scientist.
Great firewall of China
— via 9GAG
Rethink scholarship
Fez-me sorrir…
Algum dia tinha de acontecer…
Há anos que desejo isto
As últimas ceias
O fotógrafo James Reynolds recriou os pedidos para a última refeição de alguns condenados à pena de morte. Algo intenso.
That’s my life…
Como pegar em coisas com um chicote
Depois do post de extrema utilidade pública com dicas para sobreviver a uma queda de avião, nada melhor do que aprender a agarrar coisas com um chicote para complementar a sabedoria. Novamente: inútil, parvo e por isso mesmo delicioso, a Wired deixa-nos o tutorial Snag Stuff With a Whip.
Como sobreviver a uma queda de 10 Km
Não pela sua utilidade, mas pelo grau de informação/parvoíce que contém em simultâneo, vale a pena dar uma olhada ao guia da Popular Mechanics que explica como sobreviver quando o nosso avião se desintegra.
Clever
Transístor que simula sinapses. Medo…
French researchers have created what they claim is the first transistor to mimic the connections in the human brain. It could lead to neurology-inspired computers, as well as provide a means for connecting artificial devices to existing biological tissue.
Não consegui evitar uma reacção adversa à leitura desta notícia. Estranho, tendo em conta que sou um informático que adora biologia e medicina.
Mas a ideia de inteligência artificial realmente inteligente (os avanços de IA nos últimos anos têm sido francamente lentos, na minha opinião) assusta-me. Confesso que vivia bem sem este chip e consequente revolução que se avizinha…












